Producción de vida en tiempos de muerte
cinco movimientos esquizoanalíticos
Palabras clave:
Esquizoanálisis, Esquizodrama, Gilles Deleuze, Félix Guattari, Psicología PolíticaResumen
Vivimos en un período marcado por la muerte, hostilidad en contra las diferencias y autoritarismos explícitos que, en gran parte son diseminados por el propio Gobierno federal (2019-2022). Las políticas de la muerte son ejercidas, necropolítica total, no solo por el poder soberano, sino principalmente por la axiomática del capital. Este artículo tiene como objetivo reflexionar sobre pistas para la producción de vida en tiempos actuales de propagación de muerte, tanto en el ámbito individual, como colectivo, desde el referencial teórico del esquizoanálisis. El método utilizado fue la selección de algunos conceptos de la filosofía de la diferencia de Gilles Deleuze y Félix Guattari para operar esa reflexión sobre lo contemporáneo. Como resultados discutimos cinco movimientos del esquizoanálisis para la producción de vida: la transmutación de las fuerzas; adoptar el propio territorio como punto de partida; trabajar la potencia del occursus; valorar el infinitamente pequeño; y fomentar el afecto, los devenires, como pasaje.
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